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Antes de fechar o negócio da casa própria...

Postado por Captador de Negócios em quinta, agosto 2, 2018 Em: Solução em Imóveis

Antes de fechar o negócio da casa própria...



As questões que precisam ser consideradas antes de fechar o negócio da casa própria variam conforme o perfil da compra, mas podem ser resumidas em três eixos. Confira o levantamento e faça seu próprio check list:

Documentação
Imóvel usado
Matrícula do bem, onde se verifica seu histórico, quitação e se existe ameaça de alienação.
Certificado negativo de ação cível e criminal do vendedor e de seu cônjuge. Idem para o condomínio. Certidão negativa de tributos do imóvel (IPTU). Versão digital está disponível no site da Prefeitura.  Certidão negativa de débitos com o condomínio.
Certidão negativa de utilidade pública do imóvel, a fim de evitar desapropriação surpresa, por exemplo. Contrato de compra e venda.
Registro, no cartório de imóveis, do contrato de compra. A transferência da propriedade só ocorre quando passar a constar na matrícula.

Imóvel novo
Memorial descritivo. O documento reúne todas as informações sobre a construção.
Convenção do condomínio.
Certidão negativa de débitos com o condomínio.

Conservação
Imóvel usado
Rachaduras e infiltrações
Desnível de piso
Problemas estruturais
Elétrica
Hidráulica
Chuveiro, torneira e válvulas
Paredes de alvenaria
Pisos, portas e janelas

Fatores externos
Localização
Trânsito: há desvios de tráfego, escolas, estádios, casas de show ou pontos de encontros de manifestações?
Inconvenientes – Feiras, comércio ambulante, vida noturna agitada, zonas essencialmente comerciais.
Segurança – Verificar se existe policiamento e procurar dados sobre crimes da região.
Ruídos – Há bares, festas de rua, rachas de carro nos arredores?

Dicas extras
No condomínio
Converse com vizinhos e com o zelador, eles podem deixar escapar problemas do espaço

Novo ou usado
Visite o imóvel em diferentes dias e horários

Negócio direto com construtoras. A compra de um imóvel diretamente com incorporadoras também exige cuidados prévios, embora se diferencie dos demais casos por se tratar de uma relação de consumo.

Isso significa que, para a Justiça, a pessoa física é hipossuficiente em relação à empresa com que está negociando. “Apesar disso, é importante o comprador saber que ele não está eximido de seu dever de diligência, que seria avaliar o imóvel de maneira preventiva”, afirma advogada Letícia Peruche.
Para isso, o primeiro passo é solicitar o memorial descritivo do prédio. Ali estarão as informações detalhadas da construção: acabamentos, tipos de materiais, equipamentos de áreas comuns, como academias, etc.

Especialista em direito imobiliário, Vanessa Sansson diz aconselhar seus clientes a só assinarem a entrega das chaves após conferirem, com o documento em mãos, se tudo está conforme o prometido.
Segundo Vanessa, uma vez dentro do imóvel, o morador tem até 90 dias úteis para reclamar dos chamados vícios aparentes, aqueles perceptíveis a olho nu. Em caso de vício oculto, que geralmente aparece após algum tempo, a construtora terá que responder mesmo após cinco anos.

A advogada também indica pedir a convenção do condomínio. A certidão existe antes mesmo de as unidades estarem à venda, por ser uma exigência da lei de loteamento. É o regimento interno, mais focado no convívio dos moradores, que costuma ser aprovado apenas na primeira reunião de condomínio.

A convenção e o memorial descritivo vão antecipar assuntos como regras para reforma e vagas de garagem. “Instalação de vidros na sacada e de ar condicionado, churrasqueira, armários, tudo já consta nos papéis. Algumas varandas, por exemplo, não suportam granito. Isso é o tipo de coisa que a pessoa precisa saber antes de decidir a decoração”, diz Vanessa.

Ler o contrato atentamente é fundamental. Quem compra o imóvel já pronto, precisa verificar na administradora se a taxa de condomínio vinha sendo paga pela construtora. “É comum uma unidade ficar até anos vazia. O comprador aparece, fecha o negócio e não confere os débitos condominiais. Ao comprar um imóvel, você está assumindo suas dívidas”, lembra. Ela afirma ser possível recorrer à Justiça e pedir que a empresa devolva em dobro todos os pagamentos feitos.

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Em: Solução em Imóveis 


Tags: cuidados 
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